segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Discurso em Santo Antão do Tojal

Exmos. Senhores,

Como candidata à Câmara Municipal de Loures, não poderia deixar de estar presente nesta cerimónia para apoiar o nosso candidato à Junta de Freguesia de Santo Antão do Tojal, e desejar-lhe as maiores felicidades na nova luta que vai iniciar com o objectivo de ganhar as eleições para a Assembleia de Freguesia.

Estou consigo companheiro Fernando de Sousa, acredito no seu êxito e tudo farei para o ajudar no combate político que se avizinha.

Em democracia, uma das formas mais civilizada e proactiva de demonstrar a discordância é a apresentação de uma candidatura e o assumir de que se vai fazer, com a humildade de quem está disponível para ouvir, aprender e servir, o melhor por Santo Antão do Tojal.

Tenho a certeza de que acredita nas potencialidades desta freguesia, que conhece bem os seus problemas, as preocupações da população que aí habita, e que está disponível para tornar Santo Antão do Tojal num lugar onde as pessoas gostam de viver.

A freguesia de Santo Antão do Tojal precisa de uma equipa disponível e competente para que com o seu trabalho possa oferecer à população melhor qualidade de vida e de fomentar o desenvolvimento para atrair empreendimentos que ajudem a criar postos de trabalho com incidência para os mais jovens.

Santo Antão do Tojal apresenta uma área de 15 Km2 e uma densidade populacional de 277 habitantes por Km2, e é composta por várias povoações que a tornam conhecida não só pelas suas características mas também por locais de grande interesse patrimonial.

Situada na Zona Norte do Concelho de Loures, sofre da mesma tendência de envelhecimento de outras freguesias limítrofes. Essa tendência obriga à reflexão e, sobretudo, ao encontro de respostas adequadas que ajudem a ser possível fazer mais e melhor pela qualidade de vida dessas pessoas.

Sente-se a necessidade de Centros de Dia com apoio domiciliário, assim como de lares para os mais dependentes.

Para colmatar estas lacunas é preciso definir um rumo e de um projecto para o Concelho. Não basta ter programas, estratégias parcelares, se não se tem uma visão de conjunto.

Urge a criação de estruturas que apoiem esta vertente tão carenciada no nosso Concelho. Loures tem um défice enorme no tocante às respostas globais para a terceira idade.

Infelizmente, também no âmbito da saúde este problema é sentido em Santo Antão do Tojal e são os mais velhos que mais sofrem com a ausência de cuidados de saúde.

Assiste-se, hoje, à incapacidade de se prestarem os cuidados de saúde adequados, e em tempo útil, às filas de espera para obter uma consulta e às instalações inadequadas para quem as utiliza e para quem nelas trabalha.

Continuarei a afirmar que ao assumir a Câmara Municipal de Loures proporei ao Governo uma rede de cuidados de saúde para Loures, repartida em unidades locais de saúde que integrem os cuidados de forma global.

Lutarei também pelo aprofundamento da rede de cuidados continuados e defenderei, de forma consistente, apoios à assistência domiciliária.

Dediquei um pouco do meu discurso à tendência do envelhecimento que se faz sentir em algumas freguesias do Concelho.

Permitam-me que estabeleça um equilíbrio entre crescimento e envelhecimento populacional para aflorar aqui o problema dos mais jovens e da sua atracção para esta freguesia.

Santo Antão do Tojal carece de um rejuvenescimento e também de projectos mobilizadores que tornem a freguesia atractiva aos casais jovens e a jovens empresários rurais que, para além da actividade agrícola, possam desempenhar outras tarefas mobilizadoras da sociedade local em actividades conexas com a agricultura.

É essencial para o desenvolvimento de Santo Antão do Tojal a existência de jovens agricultores, que apostem na inovação e na criação de novos projectos no espaço rural, contribuindo assim para a criação de emprego.

No seguimento destas soluções que apresento, é fundamental que a Câmara Municipal de Loures corrija a sua decisão e cumpra o designado inicialmente na Carta Educativa, que determinava a construção de uma Escola EB 2, 3 na localidade de Santo Antão do Tojal, que, por motivos desconhecidos, foi transferida para São Julião do Tojal.

Quando assumir a presidência da Câmara Municipal de Loures, corrigirei esta injustiça.

Com a criação de infraestruturas escolares, desde creche, Jardim-de-Infância e Escola EB 2, 3, Santo Antão do Tojal poderá usufruir de uma comunidade com qualidade de vida, com actividades económicas, sociais, culturais e desportivas, onde todos se possam orgulhar de viver.

A cultura deve ser encarada como uma despesa necessária, como um investimento imprescindível a uma sociedade que quer caminhar para o progresso e para o desenvolvimento sustentado.

Relevo aqui o investimento na conservação do património cultural edificado que se deve assumir como um imperativo ético de respeito pela História e principalmente de legado às futuras gerações.

Cabe ao Município ser credor de um plano de emergência para a sua recuperação em parceria com o Estado.

Caro companheiro Fernando de Sousa, tem uma grande tarefa em mãos.

Os habitantes de Santo Antão do Tojal esperam de si a capacidade de lhes poder resolver os problemas que os afligem.

Queixam-se da falta de espaços verdes e de lazer, de mais transportes públicos, da falta de apoio ao comércio tradicional e aos mais carenciados.

Não o quero assustar com tudo isto.
Quero afirmar-lhe de que estarei consigo na luta pela resolução dos problemas que afectam esta região e de que juntos vamos ser capazes de trazer a esta terra aquilo que ela deseja.

Estamos unidos e convictos de que no dia 11 de Outubro a vitória será do Partido Social Democrata.

Discurso em São Julião do Tojal

Exmos. Senhores,

Encontramo-nos, hoje, em São Julião do Tojal para apoiar o nosso candidato, António Manuel, que aceitou o convite para liderar o projecto do Partido Social Democrata à Junta de Freguesia.

Estou convicta de que acredita que é possível modificar alguns cenários que se vivem nesta freguesia, nomeadamente, nos 23 bairros de génese ilegal e outros semelhantes, como por exemplo o Bairro CAR, cuja caracterização nos demonstra precariedade e pobreza.

Como candidata à Câmara Municipal de Loures, quero manifestar-lhe a minha disponibilidade e apoio, e desejar-lhe as maiores felicidades na luta que vai travar para fazer desta freguesia um lugar diferente do que existe actualmente.

São Julião do Tojal é uma freguesia muito antiga, com uma área de 13,29 Km2 e uma densidade populacional de 270 habitantes / Km2.

A nível geográfico, integra os sítios de São Julião do Tojal e Zambujal, os bairros da Junqueira, do Olival Queimado e do Tazim.

Numa análise demográfica, a freguesia sofreu um aumento de 5,79%, superior ao registado no Concelho de Loures, 3,6%.

Atendendo à estrutura etária da população, verificam-se índices de envelhecimento muito significativos, tendência registada em todo o Concelho de Loures.

Quanto à estrutura da população activa, denota-se que o sector primário não assume grande expressão, apesar das características rurais desta freguesia. Apresenta maior expressão no sector terciário (65,2%) e no secundário (34%).

Em São Julião do Tojal predominam estabelecimentos ligados a estas actividades, indústrias transformadoras diversas e de construção civil e o pequeno comércio.

Ao nível da instrução da população, apercebemo-nos da existência de uma percentagem significativa de indivíduos que não sabem ler nem escrever (16%) e muitos sem nenhum grau de ensino (18%).

Verifica-se uma predominância de níveis de escolarização relativamente baixa na freguesia, cujos valores mais elevados se situam ao nível do 1.º Ciclo do Ensino Básico (35%), fruto da estrutura etária e da existência de muitos idosos.

Também aqui se denota a presença de população de nacionalidades estrangeiras (10,3%), oriunda de países, como Cabo-Verde, Guiné-Bissau e Angola.

A população imigrante é caracterizada por um conjunto de problemas que lhe estão, comummente, associados, nomeadamente, a ilegalidade, a constante mutação de habitação e os trabalhos precários, devendo-se à escolaridade relativamente baixa.

Como sabemos, Loures é habitado por um mosaico multicultural, e a freguesia de São Julião do Tojal carece de uma intervenção comunitária junto desta população, com vista à integração e à valorização dos imigrantes nas suas diferentes áreas sociais.

Como futura Presidente da Câmara Municipal de Loures, esta será a primeira medida urgente que dedicarei a São Julião do Tojal.

Apesar da existência de cerca de 1067 empresas, e existir oferta de trabalho, o desemprego grassa na população de São Julião do Tojal, pelo facto das ofertas exigirem uma escolaridade não compatível com a adquirida pela população.

Por sua vez, assiste-se à saída de uma grande parte da população mais jovem para outras localidades, pela ausência de habitação, ou por incapacidade de se adquirir casa, devido aos custos exagerados das construções actuais.

O Plano Director Municipal restringe fortemente a construção de habitações nesta zona do Concelho de Loures.

Nota-se, aqui, uma tomada de medidas avulsas e fortuitas que não favorecem a coesão e harmonia do território de São Julião do Tojal.

Por um lado, às actividades ligadas à agricultura, que outrora tiveram grande expressão nesta zona, somente um número muito reduzido de famílias se dedica.

Por outro lado, criam-se Parques Industriais para a instalação de empresas, no Arneiro – o Núcleo Empresarial de São Julião do Tojal, com capacidade para 72 empresas e, em breve, a construção do Loures Business Park.

Não existe habitação para dar resposta ao desenvolvimento industrial que se está a criar para atracção de pessoas e criação de postos de trabalho.

São Julião do Tojal carece de medidas urgentes que expressem resultados adequados aos cenários existentes.

Vivem-se, nesta freguesia, problemas de extrema pobreza e a existência de famílias cujas desigualdades económicas e sociais ultrapassam os “limites do aceitável”.

Urge a criação de estruturas que apoiem esta vertente tão carenciada de respostas, como a implementação do Atendimento Integrado, a criação de um Gabinete de Apoio à Família, com uma vertente de emprego para responder às necessidades decorrentes da crescente implementação do Tecido Empresarial na freguesia e a integração socio-económica das famílias no seu meio envolvente.

Esta terá de ser a minha segunda medida urgente a dedicar a São Julião do Tojal, como Presidente da Câmara.

São Julião do Tojal sofre da mesma tendência de envelhecimento de toda a Zona Norte do Concelho. No caso presente, é urgente a criação de respostas adequadas que contribuam para uma melhor qualidade de vida dessas pessoas.

Uma percentagem significativa de população tem mais de 75 anos de idade.

Há, ainda, a salientar o número expressivo de habitações em elevado grau de degradação, muitas delas desabitadas, que precisariam de sofrer uma intervenção profunda e que poderiam ser uma mais valia para a fixação da população na freguesia.

Sente-se a necessidade de Centros de Dia com apoio domiciliário, assim como, de um Lar comparticipado pela Segurança Social, ou outro equipamento equiparado.

O Concelho de Loures carece de estruturas que apoiem esta vertente. Não existem respostas globais para a terceira idade.
A área da saúde assume determinados constrangimentos nesta freguesia.

A incapacidade, em termos de infraestruturas e de meios humanos, para dar resposta às solicitações dos utentes da Extensão de Saúde que abrange esta freguesia, situada em Santo Antão do Tojal, tem gerado uma insatisfação generalizada nos utentes deste equipamento.

Continuarei a afirmar que ao assumir a Câmara Municipal de Loures proporei ao Governo uma rede de cuidados de saúde para Loures, repartida em unidades locais de saúde que integrem os cuidados de forma global.

Lutarei, também, pelo aprofundamento da rede de cuidados continuados e defenderei, de forma consistente, apoios à assistência domiciliária.

Caro companheiro António Manuel, tem uma grande tarefa em mãos.

Os habitantes de São Julião do Tojal esperam de si, e da sua equipa, capacidade, empenho e trabalho para lhes poder resolver os problemas que os aflige. E, são muitos!

Os habitantes do Bairro CAR (pertença do antigo IGAPHE), onde habitam cerca de 1 000 pessoas, com grande incidência de cabo-verdianos, e onde moram, muitas vezes, mais do que uma família por alojamento, carecem muito da sua ajuda e da necessidade de um projecto de intervenção habitacional no Bairro.

Pode contar comigo para o ajudar nessa tarefa e, juntos, vamos encontrar soluções para colmatarmos os problemas mais visíveis dessas populações.

Por isso, o que nos une são os outros e as suas causas. E é com este sentimento que vamos alcançar a vitória no dia 11 de Outubro. A vitória do Partido Social Democrata.

Discurso em Lousa

Exmos. Senhores,

Quero, em primeiro, congratular-me pela candidatura do nosso amigo Nelson Baptista que aceitou o convite para liderar o projecto do Partido Social Democrata à Junta de Freguesia de Lousa.

Tenho a certeza que acredita nas enormes potencialidades desta freguesia, conhece bem os seus problemas e comunga das preocupações dos seus habitantes.

Sentimos que está disponível para fazer melhor do que tem sido feito até hoje.

Como candidata à Câmara Municipal de Loures, quero manifestar-lhe a minha disponibilidade e apoio e desejar-lhe as maiores felicidades na luta que vai travar para fazer desta freguesia um lugar onde apeteça viver.

O Partido Social Democrata conhece bem as carências desta freguesia e, por isso, o convidou com a plena certeza de que é a pessoa certa para desempenhar a função de Presidente de Junta de Freguesia.

Acredito que ao aceitar ser candidato por Lousa o faz com a convicção de que pode mudar os acontecimentos dos próximos 4 anos, dando à população a possibilidade de escolher um programa e uma equipa que reúnam condições e capacidade de imprimir um novo rumo a Lousa e de fomentar o desenvolvimento para atrair novos postos de trabalho que ajudem a combater o desemprego e proporcionem espaço para os mais jovens.

Impõe-se aproveitar a localização de Lousa e os seus recursos naturais para estimular a captação de investimento na área do sector agro-alimentar, tendo em atenção a produção hortícola do Concelho e a localização do MARL.

O nosso Concelho carece de apoio técnico às organizações de agricultores e às explorações agrícolas, e de apostar no desenvolvimento da agricultura nas regiões com essa sensibilidade. É um desígnio de boa estratégia política, e não deve ser encarado como um problema mas como uma mais valia estratégica para o Concelho de Loures.

Também era importante para Lousa que se materializasse um regime de incentivo à floresta, o que contribuiria para a sua sustentação e valorizava o ambiente.

A situação geográfica de Lousa, um pouco distante dos grandes centos urbanos, não a afastou dos problemas das grandes cidades.

Os contornos da insegurança dos últimos tempos são também sentidos em Lousa.

Como todos sabemos, a criação de condições de segurança é em grande parte função de outras políticas. Assim, passa, antes de mais, também, pela promoção do crescimento da economia, por políticas de inclusão social e pelo combate ao aumento do desemprego.

Todos percebemos que esta e outras ameaças têm de ser combatidas energicamente e passam pelo investimento na ordem pública, nomeadamente, no aumento sustentado do número de agentes, na definição de uma estratégia nacional de combate à pequena e média criminalidade, e no aumento da formação e apetrechamento das forças de segurança.

Como Presidente da Câmara de Loures, terei de ser capaz de defender uma política de prevenção assente num plano com visão de conjunto, com meios, objectivos e recursos e com horizontes temporais claros.

O Partido Social Democrata não é um partido conservador e acomodado. Ao longo da nossa História, fomos sempre capazes de responder com iniciativa e criatividade às exigências dos novos tempos.

Por isso, amigo Nelson Baptista teremos pela frente muito trabalho.

Lousa precisa de uma administração autárquica que assuma uma atitude responsável para com os seus moradores, tanto na análise dos problemas como no encontro das suas soluções.

O desenvolvimento sustentado passa, inevitavelmente, pela preservação do ambiente, que deve estar presente nas preocupações de todos nós, pelas implicações económicas que lhe estão inerentes.

É necessário criar no espírito das pessoas que a defesa do ambiente é um acto individual. Cabe a cada cidadão fazer reciclagem em casa e convencer a família e os amigos a fazê-lo.

Isto obviará a redução dos custos com a limpeza das vias públicas, com a recolha dos lixos e a possibilidade de criar melhores espaços verdes e de lazer. Lousa merece qualidade de vida e melhores respostas nos serviços públicos que aqui se prestam.

É importante aflorar igualmente o sistema de saúde existente nesta freguesia, que não é mais do que o mesmo cenário que se vive no Concelho de Loures.

Lousa precisa de instalações adequadas, de capacidade de resposta às solicitações dos doentes que esperam por consulta e por ter melhor prestação de cuidados de saúde.

Tenho-o afirmado ao longo desta campanha que ao assumir a Câmara Municipal de Loures, exigirei ao Governo uma rede de cuidados de saúde para Loures repartida em unidades locais de saúde, que integrem os cuidados de forma global, dos primários aos hospitalares.

Também o desemprego e a exclusão social aqui são sentidos.

Portugal é hoje uma sociedade injusta com desigualdades profundas e com níveis de pobreza significativos.

Defendo, nesta área, e para o Concelho de Loures, respostas integradas ao nível da família, para apoio aos idosos e pessoas com deficiência, ajudando aquelas que tomam conta dos seus.

Defendo programas específicos, escola a escola, de combate ao abandono escolar, suportados no forte apoio à família.

Defendo apoios à alimentação nas escolas para lanches a meio da manhã e tarde.

Os indicadores enunciados são, concerteza, também as razões da sua candidatura para trabalhar por Lousa e os que respondem ao pensamento de Sá Carneiro, que afirmava: “A pessoa é o princípio e o fim de toda a actividade política”.

Por isso, o que nos une são os outros e as suas causas. E é com este pensamento que vamos alcançar a vitória no dia 11 de Outubro.

Discurso em Loures

Exmos. Senhores,

O Partido Social Democrata apresenta para o ciclo autárquico 2010/2013 uma candidatura que aposta na modernização da cidade de Loures, na defesa dos interesses da sua comunidade e no desenvolvimento socio-económico da freguesia de Loures.

Como candidata à Câmara Municipal de Loures, não poderia deixar de estar aqui convosco para apoiar o nosso candidato à Junta de Freguesia de Loures e desejar-lhe os melhores resultados, porque tenho a certeza de que vai ganhar as eleições para a Assembleia de Freguesia.

Tem todo o meu apoio companheiro Carlos Santos.

Pode contar com a minha ajuda e juntos vamos modificar a sede do Concelho de Loures.
Ao aceitar ser candidato por esta cidade, sentiu que era necessário e urgente modificá-la porque se apresenta tão diferente de outras cidades sedes de Concelho na Área Metropolitana de Lisboa.

Tenho a certeza que vai ter oportunidade de ouvir, de viva voz, centenas de comentários de cidadãos que não se resignam com a organização desta cidade e que acreditam que é possível contribuir para uma cidade diferente.

As medidas que juntos propomos ao eleitorado desta freguesia constituem um verdadeiro contrato para os próximos quatro anos e assentam num compromisso sério que tem como objectivo o desenvolvimento da cidade e a melhoria da qualidade de vida da sua população.

Caro companheiro Carlos Santos, sei que com a sua equipa se propõe trabalhar imbuído dos princípios de solidariedade, de permuta de conhecimentos e de cooperação entre todas as forças vivas da freguesia, garantindo a participação de todos na resolução de questões determinantes para o bem estar da comunidade da cidade de Loures.

Todos sentimos que a cidade de Loures é o espelho do Concelho.

Loures tem cerca de 200 mil habitantes. É o 5.º Concelho do País e não tem a importância correspondente. Falta-lhe visibilidade.

Há 900 anos, o Concelho, então largamente rural, estava claramente à frente no processo político e nas ideias. A Implantação da República iniciou-se em Loures, a 4 de Outubro de 1910.

Porque razão não acontece isto hoje?
Porque sempre nos tem faltado um desígnio colectivo, um projecto e uma estratégia para o executar.

Loures tem condições para ser um Concelho ímpar e com vida própria. Este é o nosso desígnio comum, a minha grande meta e o desafio que lanço a todos e a cada um de vós.
Tenho consciência dos grandes desafios que temos de enfrentar para dar um novo rumo a Loures.

Começando pela prestação do atendimento público aos munícipes que tanta vez é feito sem qualidade.
O serviço público tem, pela sua própria natureza, uma dignidade que exige dos que nele assumem funções uma preocupação permanente pela excelência do trabalho que fazem. Trata-se de uma exigência ética e política indiscutível que todos devem ter o brio de exercer com elevada exigência pessoal. Por vezes, as organizações estruturalmente complexas que existem nas Câmaras Municipais proporcionam resultados inoperantes. É o que se passa com o atendimento nos serviços públicos da nossa Câmara, tanta vez contestado pelos munícipes.
Corrigir tais comportamentos impõe investimento em projectos de modernização administrativa, em incentivar a mudança cultural e a atitude perante as actividades de cada funcionário, preparando o ambiente para a implementação de um atendimento centralizado, com vista na satisfação do munícipe.

Ao ser eleita, assino o compromisso de dar prioridade à criação de um “Balcão Único” de atendimento.
Relanceando um olhar sobre a mudança cultural, impõe-se aqui citar algumas linhas de pensamento sobre a educação no âmbito do nosso Concelho.
§ Defendo a municipalização do ensino em dois ciclos, cada um de seis anos, em que o primeiro seria da responsabilidade do município;
§ Defendo a criação de um gabinete que tenha como objectivo o diálogo com as escolas:
o No encontro de modalidades de acompanhamento que contribuam para o sucesso escolar no nosso Concelho;
o Na orientação vocacional que indique o conhecimento do que pode ser um projecto de carreira, os estudos a prosseguir e as profissões a adoptar; principalmente em escolas com grande dificuldade de aprendizagem;
o Na criação de condições para que os pais possam acompanhar melhor os seus filhos, associando a política de família à Educação.

Não menos importante do que todas as medidas que defendo, saliento a necessidade urgente de se criarem condições no Concelho para a fixação de pequenas e médias empresas que ajudarão a desenvolver e a promover a convergência económica e social de que Portugal e o Concelho precisam.

O município de Loures tem aqui também um papel importante a desenvolver no que respeita aos licenciamentos, permitindo que uma parte significativa do investimento não seja adiado por problemas que se prendem com a burocracia e com avaliações discricionárias.

Todos temos conhecimento que a maioria das pequenas e médias empresas lutam com a falta de recursos humanos qualificados.
Seria importante investir na criação de protocolos com a Câmara Municipal de Loures, Ministério da Ciência e Tecnologia e com as Empresas do Concelho para a criação de um Centro de Formação Profissional e Escolas Técnico-Profissionais que ajudassem a criar um mercado de trabalho funcional e eficiente e que gerassem emprego para os mais jovens, contribuindo, também, para o rejuvenescimento da classe empresarial.

Quero aqui também referenciar na mesma linha de pensamento de convergência económico-social o problema do Comércio Tradicional que está a desaparecer no nosso Concelho e que tanto contribui para a sua economia.

Tem-se assistido à instalação de grandes superfícies que têm ocorrido ao acaso, ao ritmo de medias avulsas e fortuitas que não favorecem a coesão e harmonia do território do Concelho.

Acentuaram-se desigualdades de tratamento e não se valorizaram os recursos específicos das diferentes regiões do Concelho, onde o Comércio Tradicional tinha um papel importante na vida das pessoas.
Todos sentimos que a nossa sociedade se alterou radicalmente nos últimos anos. Daí não ser novidade que hoje se aconselhem as políticas de segurança interna.

O conceito de segurança tem vindo a ser objecto de múltiplas apreciações e não restam dúvidas que de a questão da segurança está na ordem do dia das preocupações dos cidadãos portugueses.

Também no nosso Concelho o sentimento de insegurança prevalece na população e é atribuído à própria precariedade das condições de vida que se vivem no Concelho, fruto de um planeamento urbanístico errado que atirou para verdadeiros guetos as populações económica e culturalmente mais carenciadas.
Loures precisa de uma estratégia de segurança.

Lutarei, como Presidente da Câmara, pelo policiamento de proximidade, pelo reforço do policiamento de rua, nomeadamente, nos períodos nocturnos e nas zonas mais problemáticas, pela criação de uma Comissão Permanente do Conselho Municipal de Segurança e a criação da Polícia Municipal.

Também a área da saúde representa um dos principais estrangulamentos à qualidade de vida das populações do Concelho de Loures.

Volvidos mais de 14 anos e a construção do Hospital ainda não existe.
Foi no governo do PSD que se lançou o consenso para a sua construção, que o governo socialista não permitiu que avançasse.

Considero uma vergonha a forma como a actual gestão da Câmara e o Governo Socialista têm gerido este processo.
A dois meses das eleições legislativas, anuncia a construção do Hospital e aponta a sua conclusão para 2013.
É uma farsa! Não acreditamos!

Com o governo socialista verifica-se a ausência de uma política de verdade na área da saúde que responda com seriedade às necessidades da população.

Neste domínio, entendo que não é aceitável nem socialmente justo para a população de Loures que as Extensões de Saúde cubram freguesias tão extensas, que se encerrem CATUS, que 5 das freguesias não tenham unidade de saúde, que os Centros e Extensões existentes não reúnam as condições desejáveis, quer para ao seus utilizadores quer para os profissionais que neles trabalham.

Ao assumir a Câmara Municipal de Loures, proporei ao Governo uma rede de cuidados de saúde para Loures, repartida em unidades locais de saúde que integrem os cuidados de forma global.

Lutarei para que Loures seja conhecido e noticiado na comunicação social por ter conseguido atrair projectos dinamizadores da actividade económica, científica e cultural e por ter sido capaz de se igualar aos melhores que integram a Área Metropolitana de Lisboa.

Caro companheiro Carlos Santos, juntos vamos ser responsáveis pela cidade de Loures e vamos iniciar um novo ciclo na vida deste Concelho.

O nosso interesse pelos outros e pelas suas causas dar-nos-ão a vitória no dia 11 de Outubro.
Conto com todos, que é a minha e a nossa paixão para fazermos de Loures um Concelho de referência.

Discurso em Frielas

Exmos. Senhores,

Quero, em primeiro lugar, congratular-me pela candidatura do nosso companheiro Jerónimo David, que aceitou o convite para liderar o projecto do Partido Social Democrata à Junta de Freguesia de Frielas.

Tenho a certeza que sente o pulsar dessa população, que conhece bem os seus problemas e preocupações e, sobretudo, porque está disponível para fazer da freguesia de Frielas um lugar onde todos gostem de viver.

Como candidata à Câmara Municipal de Loures, não poderia deixar de estar aqui consigo para manifestar-lhe a minha disponibilidade e apoio, e desejar-lhe os melhores resultados, porque tenho a certeza que vai ganhar as eleições para a Assembleia de Freguesia.

O Partido Social Democrata conhece bem as carências desta freguesia e, por isso, o convidou com a plena certeza de que é a pessoa certa para desempenhar as funções de Presidente da Junta de Freguesia, e de contribuir para uma Frielas bem diferente da actual.

Tem todo o meu apoio companheiro Jerónimo David. Pode contar com a minha ajuda e juntos vamos modificar alguns cenários que tornam Frielas pouco atractiva.

Contudo, Frielas goza de alguma riqueza patrimonial, e as suas condições naturais favoráveis atraíram grupos e populações desde a Pré-História, facto que permite, hoje, testemunhar a presença de vestígios com as mais diversas cronologias.

A Carta Arqueológica referencia a Estação Arqueológica de Frielas – vestígios do período romano e pesquisa de testemunhos de um Poço Medieval.

Acredito que ao aceitar ser candidato por Frielas o faz com a convicção de que pode mudar os acontecimentos na próxima legislatura, dando à população a possibilidade de escolher um programa e uma equipa que reúnam condições e capacidade de imprimir um novo rumo a Frielas, e de fomentar o desenvolvimento para atrair novos postos de trabalho que ajudem a combater o desemprego e a proporcionar oportunidades para os mais jovens.

Sente-se a necessidade urgente de se criarem condições no Concelho para a fixação de pequenas e médias empresas, que ajudem a desenvolver e a promover a convergência económica e social de que Portugal e o Concelho tanto carecem.

O município de Loures tem aqui, também, um papel importante a desenvolver no que respeita aos licenciamentos, permitindo que uma parte significativa do investimento não seja adiada por problemas que se prendam com a burocracia e com avaliações discricionárias.

Na mesma linha de pensamento que visa proporcionar respostas ao nível de uma convergência económico-social, o problema do Comércio Tradicional levanta, hoje, reparos nas populações por estar a desaparecer no nosso Concelho e que tanto contribuiu para a sua economia.

Assistimos à instalação de grandes superfícies que tem ocorrido ao acaso, ao ritmo de medidas avulsas e fortuitas que não favorecem a coesão e harmonia do território do Concelho.

Acentuaram-se desigualdades de tratamento e não se valorizaram os recursos específicos das diferentes regiões do Concelho, onde o Comércio Tradicional tinha um papel importante na vida das pessoas.

Com a criação do IKEA, Frielas vai sofrer muito.

A sua tranquilidade vai mudar! Frielas passa a ser ocupada por milhares de pessoas que em nada vão contribuir para produzir um bom ambiente e trazer mais valia à freguesia.

O vandalismo passará a afrontar a freguesia.

Frielas passará a estar mais suja e com menos estacionamento.

A sua limpeza ficará mais onerosa, porque vai necessitar de mais meios humanos para a fazer.

Temos um exemplo disto tudo: o Infantado!

Também a falta de segurança vai acentuar-se. Os contornos da insegurança dos últimos tempos são, igualmente, sentidos em Frielas.

A criação de condições de segurança é, em grande parte, função de outras políticas. Assim, passa, antes de mais, pela promoção do crescimento da economia, por políticas de inclusão social e pelo combate ao desemprego.

Todos percebemos que esta e outras ameaças têm de ser combatidas energicamente e passam pelo investimento na ordem pública.

Como Presidente da Câmara Municipal de Loures, terei de ter a capacidade de defender uma política de prevenção, assente num plano com visão de conjunto, com meios, objectivos e recursos e com horizontes temporais claros.

Infelizmente, também no âmbito da saúde, este é um problema muito sentido em Frielas e são os mais idosos e os mais carenciados que sofrem com a ausência de cuidados nesta área.

Frielas defende a abertura de uma extensão do Centro de Saúde de Loures na freguesia, devido à ausência de transportes a determinadas horas do dia, facto que dificulta a sua deslocação àquela unidade de saúde.

Como sempre o tenho afirmado, ao assumir a Câmara Municipal de Loures proporei ao Governo uma rede de cuidados de saúde que integrem os cuidados de forma global, incluindo apoios à assistência domiciliária.

É sentido em Frielas e com muita contestação o problema do funcionamento da ETAR que, com frequência, deteriora o ambiente desta freguesia e de toda a sua envolvente.

Como futura Presidente da Câmara Municipal de Loures, terei de ter meios e soluções para combater a poluição.

O curso de água que desagua no Tejo, a montante da estação de captação de água da Central Termoeléctrica da VALORSUL, é poluído pelos resíduos industriais ao longo do seu trajecto, no Município de Loures.

Impõe-se o saneamento desses ribeiros e a aplicação do processo FLOTOFLUX para tratamento dos efluentes.

Ignoramos, possivelmente, os prejuízos que isto tudo causa à Central Termoeléctrica que, frequentemente, tem de substituir os tubos do condensador para poder funcionar.

Caro companheiro Jerónimo David, vai ter de trabalhar muito e de ajudar os mais velhos e os mais carenciados. Os habitantes de Frielas esperam de si empenho e capacidade para os ajudar a resolver os problemas que mais os preocupa.

O companheiro é jovem, trabalhador, honesto e corajoso, qualidades importantes para assumir a gestão de uma Junta de Freguesia.

Quero afirmar-lhe de que estarei sempre disponível para o ajudar na resolução dos problemas que afectam esta freguesia e que juntos vamos comemorar, no dia 11 de Outubro, a vitória do Partido Social Democrata.

Discurso em Bucelas

Exmos Senhores,


Como candidata à Câmara Municipal de Loures não poderia deixar de estar aqui convosco para apoiar o nosso candidato à Junta de Freguesia de Bucelas e desejar-lhe as maiores felicidades na nova vida que vai iniciar, pois tenho a certeza de que vai ganhar as eleições para a Assembleia de Freguesia.

Estou consigo Companheiro António Cardinha e tudo farei para o ajudar no combate político que se avizinha.

O Partido Social Democrata sabe bem o que faz falta em Bucelas e por isso o convidou com a plena certeza de que é a pessoa certa para desempenhar a função de Presidente da Junta de Freguesia.

Em democracia uma das formas mais civilizada e proactiva de demonstrar a discordância é a apresentação de uma candidatura e o assumir de que se vai fazer, com a humildade de quem está disponível para ouvir, aprender e servir, o melhor para Bucelas.

Tenho a certeza que ao aceitar ser candidato por esta terra o faz com a convicção de que pode mudar os acontecimentos dos próximos 4 anos, dando aos seus eleitores a possibilidade de escolher entre projectos e equipas diferentes.

A Freguesia de Bucelas precisa de uma equipa competente, audaz, que seja capaz de imprimir um novo rumo e de fomentar o desenvolvimento para atrair empresas e criar mais emprego, principalmente para os mais jovens.

Caro Companheiro António Cardinha, estarei consigo nesta luta.
Sei que este é também o seu pensamento e que está decidido, com a sua equipa, em dar a esta Freguesia todo o seu saber, o seu empenhamento e o seu querer.

Bucelas, apesar da sua situação geográfica ser um pouco mais distante dos grandes centros urbanos, não a impediu, também, de que tenha sido vítima da falta de segurança. A questão da segurança tem estado diariamente na ordem do dia das preocupações dos cidadãos portugueses. Aqui também isso se reflecte.

O medo cresce na sociedade portuguesa. Na maioria das pessoas mas, particularmente, nas mais fracas, nas mais idosas e nos mais pobres.

A progressiva perda de credibilidade dos organismos que estão especificamente incumbidos de velar pela segurança, ou seja, os portugueses não acreditam hoje no Ministério da Administração Interna que, com as suas políticas, têm retirado força à polícia que é o elemento mais próximo no controlo da insegurança por poder actuar mais rapidamente e eliminar os atentados contra a sua propriedade ou integridade física.

Alterar estes cenários será também um dos nossos grandes combates junto de quem de direito, exigindo mais segurança interna e eficaz.

A segurança passa, também, pela existência de uma polícia municipal que urge criar para o Concelho de Loures. Lutarei, como Presidente de Câmara, pela sua criação.

Infelizmente também na saúde o problema é sentido em Bucelas. Incapacidade de prestar ao cidadão os cuidados de saúde adequados, em tempo útil, com longas filas de espera para consultas e instalações inadequadas.

Ao assumir a Câmara Municipal de Loures exigirei ao Governo uma rede de cuidados de saúde para Loures, repartida em unidades locais de saúde que integrem os cuidados de forma global, dos primários aos hospitalares.

É uma vergonha, a forma como a actual gestão camarária e o Governo Socialista têm gerido o processo de construção do Hospital de Loures que poderia, há muito, estar já ao serviço da população do Concelho.

O Governo utiliza os Órgãos de Comunicação Social para anunciar, em vésperas de eleições, que o Hospital de Loures estará construído em 2012. Não acreditamos!

Também o desemprego e a exclusão social por aqui passaram, fruto da ausência de medidas decisivas, inequívocas e abrangentes, o que contribuiu para o aumento dos níveis de injustiça e desigualdade.

Defendo, para o Concelho de Loures, a promoção de medidas concretas pelo combate ao desemprego, defendendo a iniciativa e competência em termos de empreendedorismo, com vista à promoção do 1º emprego.

O trabalho é um direito por excelência. É um direito para a pessoa e para a comunidade.

Todos estes indicadores enunciados, tenho a certeza de que eles são, também, as razões da sua candidatura e do seu compromisso de trabalhar por uma freguesia onde todos possam partilhar novas ideias e soluções inovadoras que passarão por criar mais estacionamento, mais espaços de lazer e melhor qualidade de vida, não descurando um maior apoio social aos mais carenciados.

O nosso interesse pelos outros e pelas suas causas dar-nos-ão a vitória no dia 11 de Outubro.

Cá estaremos para nos abraçar com a convicção plena de que valeu a pena, juntos, lutarmos por aquilo em que acreditamos – SERVIR A COMUNIDADE DO CONCELHO DE LOURES.

Mensagem aos moradores a Portela

Estimados moradores

Não poderia deixar de lhes dirigir algumas palavras de agradecimento por toda a colaboração e estima que me dedicaram ao longo desta minha função como Presidente da Junta de Freguesia da Portela.

Candidatei-me à Presidência da Câmara Municipal de Loures não só por um dever de cidadania, mas também por um imperativo de consciência.

Desejo transformar Loures num Concelho modelo e, com o meu empenho e trabalho, contribuir para a imagem de uma comunidade responsável, consciente dos seus valores, capaz de se igualar aos melhores que integram a Área Metropolitana de Lisboa.

Durante doze anos geri esta freguesia com a colaboração das equipas com quem trabalhei.

Definimos como base orientadora da nossa intervenção uma estratégia que consistiu, sobretudo, em afirmar a dignidade merecida pela Portela para que esta pudesse ocupar, no Concelho de Loures, o lugar que lhe era devido.

Hoje, a Portela distingue-se, diferencia-se e impõe-se.

Nem todos os nossos objectivos foram concretizados, mas conseguimos criar um presente e promover um futuro que dignifica e honra a Portela.

É com base nestes valores e princípios que a nova equipa vai ter como lema servir a Portela. Convidei a Dra. Maria Manuela Dias, que já integrava o meu Executivo e é actualmente Directora da Escola Secundária da Portela, a apresentar-se como candidata à Junta de Freguesia da Portela.

A Dra. Maria Manuela Dias escolheu para a sua equipa grande parte das pessoas que, ao longo dos anos, trabalharam comigo em diversos patamares. Estou certa que esta equipa, com a sua competência e espírito de iniciativa, vai continuar a melhorar a qualidade de vida de todos os Portelenses.

Todos os que me conhecem sabem que o meu lema é SERVIR. É com esse propósito que na Câmara Municipal de Loures quero continuar, de outra forma e com outra capacidade de intervenção, a SERVIR A PORTELA.

Por último, uma palavra de gratidão para todos aqueles que, com o seu saber, amor à causa pública e à terra onde vivemos, ajudaram a engrandecer esta freguesia.

Conto com o apoio de todos os Portelenses e espero merecer a sua confiança.


Maria Geni Veloso Neves